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sábado, 11 de março de 2023

Reflexão para o III Domingo da Quaresma

No Evangelho, a samaritana vai atrás da água para matar sua sede. Jesus, também. É meio-dia! Lembremo-nos que alguns meses mais adiante, nessa mesma hora, Jesus dirá que tem sede. Será do alto da cruz.

Em nossa vida, quando tudo vai de acordo com os nossos desejos, ficamos alegres, contentes e cordatos. Mas basta acontecer algo que não estava planejado, ou melhor, faltar algo com que contávamos, para que nossa alegria desapareça e comecemos a duvidar de tudo, inclusive daquela pessoa que proporcionou e continua nos proporcionando esses bens. Assim aconteceu com o povo judeu após a libertação do Egito.

Enquanto caminhavam rumo à terra prometida, a água veio a faltar. A reação foi tamanha que esqueceram as maravilhas que o Senhor havia operado em favor deles e até chegaram a desconfiar da fidelidade de Deus. Apesar dessa atitude, o Senhor continuou fazendo o bem ao povo e providenciou a água.

Podemos neste momento, fazer um exame de consciência de nossa vida. O Senhor nos deu a vida, nos alimenta, nos deu família, saúde e uma infinidade de bens, sejam espirituais ou materiais. Qual o nosso comportamento quando algo nos falta? Continuamos a nos sentir o centro do amor de Deus, ou nos esquecemos tudo o que Ele nos presenteou e só estamos atentos àquilo que nos falta?

No Evangelho, a samaritana vai atrás da água para matar sua sede. Jesus, também. É meio-dia!

Lembremo-nos que alguns meses mais adiante, nessa mesma hora, Jesus dirá que tem sede. Será do alto da cruz.

A samaritana escutando Jesus, diz desejar da água que ele lhe oferece, para que todas as suas necessidades sejam saciadas e ela não precise mais vir ao poço. Jesus continua a conversa e a samaritana, entendendo sua proposta, dá um salto qualitativo e deseja a água viva, aquela que irá aplacar não seus desejos limitados, mas a que irá saciar seus desejos de eternidade. Ele fala da nova vida que nos dará através de sua morte e ressurreição, assumida por nós nas águas batismais.

São Paulo, em sua carta aos Romanos, nos diz que a saciedade que ansiamos é um dom de Deus, já usufuruído aqui nesta vida, é o dom do Espírito Santo, o Amor de Deus derramado em nossos corações. Essa é a água que nos sacia, sem a qual não poderemos viver.

Padre Cesar Augusto, SJ - Vatican News

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Quantas vezes perdoar? (Mateus 18,21-19,1)



No evangelho de Mateus, Jesus é questionado por Pedro sobre o tema perdão. Em uma resposta direta e fazendo referência a Lei judaica, Cristo indica que não deve perdoar “apenas sete vezes, mais setenta vezes sete”. Segundo os preceitos do seu tempo, o justo deveria perdoar até sete vezes. Porque o justo pecava até sete vezes ao dia. O número sete na Bíblia configura-se perfeição.

Para o auxílio e entendimento dos que o escutavam, Jesus conta a parábola do homem que devia uma grande quantidade de dinheiro ao patrão. Não tendo como pagar pediu clemência e foi perdoado, mas infelizmente não fez o mesmo que lhe devia uma quantia irrisória. O chefe sabendo de tal proceder mandou prendê-lo e deu ordem que esse não saísse até pagar o último centavo.

No nosso cotidiano Deus perdoa nossas faltas e nos convida a repetir a mesma coisa com o próximo. Na oração diária do Pai nosso Jesus nos ensina: “Perdoai a nossas ofensas como perdoamos aquém nos tem ofendido”. Quão difícil é perdoar aos que nos ofende gravemente chegando a desfigurar o nosso rosto de tristeza. Quantas vezes nos dá vontade de “fazer mal” a outra pessoa para que ela pague na mesma moeda. Porem Jesus nos desafia o caminho inverso que é o perdão.

Perdoa é um desafio, porem tem que se dar o primeiro passo rumo à reconciliação. Deus nos perdoa tão qual nós perdoamos os irmãos. A ordem é perdoar, porém não esquecer. Na parábola rei volta atrás em sua decisão pela dureza do coração do servo em não seguir seu exemplo.

Peçamos ao Senhor o dom de sermos misericordiosos uns com os outros, perdoando-nos mutuamente. Buscando superar as diferenças e mágoas do passado.


Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Campanha da Fraternidade 2022

Cartaz CF2022 – Fonte: campanhas.cnbb.org.br



A Campanha da Fraternidade de 2022 (CF/2022) reflete o tema da educação. Nos dias de hoje, trata-se de um assunto oportuno, de suma relevância e até mesmo profético. Que ocorreria com uma pessoa, um país ou uma sociedade que não levasse em conta uma formação crítica e sólida? Nosso grande educador, Paulo Freire, insistia na Educação como prática da liberdade, título de uma de suas obras básicas. Outro de seus livros, Pedagogia do oprimido, por sua vez, vincula a educação fundamental a um diálogo crítico e transformador com a realidade socioeconômica e cultural. Quanto ao lema, a CF/2022 optou por uma frase bíblica tirada do Livro dos Provérbios: “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31,26). Vale sublinhar que estamos diante de uma das linhas mestras da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

terça-feira, 21 de setembro de 2021

21 de setembro | Dia de São Mateus



A Igreja celebra hoje, de forma especial, a vida de São Mateus apóstolo e evangelista, cujo nome antes da conversão era Levi. Morava e trabalhava como coletor de impostos em Cafarnaum, na Palestina. Quando ouviu a Palavra de Jesus: “Segue-me” deixou tudo imediatamente, pondo de lado a vida ligada ao dinheiro e ao poder para um serviço de perfeita pobreza: a proclamação da mensagem cristã!

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Salvos pela Cruz (João 3,13-17)



Comentário do Evangelho (João 3,13-17)


A expressão “exaltação da cruz” deve ser corretamente compreendida para se evitar mal entendidos. Erraria quem a interpretasse como uma apologia do sofrimento, privando-a do contexto em que se deu na vida de Jesus.

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Constituição Dogmática Dei Verbum


Setembro é o mês dedicado a reflexão da Palavra de Deus. Por isso trazemos na integra a Constituição Dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina. Prolungada pelo Papa Paulo VI em 18 de novembro em 1965.

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Setembro, mês da Bíblia



A Palavra de Deus deve estar cotidianamente presente na vida dos cristãos. A bíblia é a fonte dessa Palavra, evidenciada com destaque no mês de setembro através de algum tema sugestivo para reflexão. Neste ano de 2021 o destaque é dado ao Livro de São Paulo aos Gálatas, com o lema, “Pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,28), um convite para a prática da unidade comunitária.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Jesus voltará! (Mt. 24,42-51)


Bom dia povo do Senhor!


No evangelho de São Mateus capítulo 24 versos 42-51, Jesus nos fala de uma realidade escatológica ignorada por muito cristãos, que é a sua volta gloriosa para estabelecer um Reino definitivo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Quantas vezes perdoar?


No evangelho de Mateus, Jesus é questionado por Pedro sobre o tema perdão. Em uma resposta direta e fazendo referência a Lei dos Judeus Cristo indica que não deve perdoar  “apenas sete vezes, mais setenta vezes sete”. Segundo as Leis Judaicas o justo deve perdoar até sete vezes. Porque o justo peca até sete vezes ao dia. O número sete na Bíblia configura-se perfeição. 

sábado, 7 de agosto de 2021

Jesus acalma nossas tempestades

 

Olá povo amado do Senhor!


O Evangelho de Mateus no capítulo 8 versículos 23-27 nos apresenta a narrativa que apresentam os discípulos na barca com Jesus durante uma tempestade. Como podemos conferir na leitura do Evangelho os discípulos ficam desesperados ao sentir as ondas e o vento bater com violência no barco. Eles acordaram o Senhor nestes termos: “Levanta porque estamos perecendo” (ver. 25).  Quantas vezes nos momentos difíceis da vida pensamos que vamos morrer e/ou sucumbir. O medo é natural ao homem/mulher e nas horas de dificuldades não conseguimos enxergar uma saída. Porém o Senhor Jesus está conosco na ‘barca da vida’, e precisamos apenas clamar “Salva-nos Senhor!”.


Jesus é o nosso refúgio que tem o poder de acalmar o mar revolto do nosso dia-dia. Ele nos dá a segurança nos momentos em que nossa fé é provada. Ele manda e o vento e mar se acalmam. 


Glória a Deus por seu poder tão poderoso que transforma toda tribulação em calmaria. Tenha fé, creia que o Senhor vai visitar sua vida neste momento e vai acalmar toda e qualquer tempestade que você esteja passando. Pela fé, Deus pode mudar qualquer situação! Amém, amém e amém.


Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Quem são os irmãos de Jesus? (Mateus 13,54-58)

 


Olá povo de Deus!


O Evangelho segundo Mateus 13,54-58 nos trás um questionamento dos Judeus acerca de Jesus, ao questionar a presença d'Ele em Nazaré: "Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas?"


O Magistério da Igreja é enfático em dizer que Maria Santíssima não teve outros filhos além de Jesus. Na Sagrada Escritura, no texto já citado, nos apresenta o enumerado de quatro irmãos e outras irmãs, além de outros textos que apresentam tal realidade. (cf. Mateus 12:46,47; 13:55,56; Marcos 3:31,32; 6:3; Lucas 8:19,20; João 2:12; 7:3,5,10; Atos 1:14; 1 Coríntios 9:5). 


A doutrina Católica ensina que Maria foi sempre virgem (Dogma da Virgindade Perpétua), antes, durante e depois do parto. Maria Santíssima Jesus concebeu Jesus pelo Poder do Espírito Santo. (Cf. Lucas, 1,35). 


Nos ensina Santo Inácio de Antioquia (Século II): «Vós estais firmemente convencidos, a respeito de nosso Senhor, que Ele é verdadeiramente da raça de David segundo a carne. Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus; verdadeiramente nascido duma virgem [...], foi verdadeiramente crucificado por nós, na sua carne, sob Pôncio Pilatos [...] e verdadeiramente sofreu, como também verdadeiramente ressuscitou».


Mas de fato, quem são os irmãos de Jesus? 


O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos números 499 a 501 sobre a "Virgindade Perpétua" explica: 

MARIA – «SEMPRE VIRGEM»


499. O aprofundamento da fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem. Com efeito, o nascimento de Cristo «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» da sua Mãe.


 A Liturgia da Igreja celebra Maria “Aeiparthenos” como a «sempre Virgem»(165)


500. A isso objeta-se, por vezes, que a Escritura menciona irmãos e irmãs de Jesus . A Igreja entendeu sempre estas passagens como não designando outros filhos da Virgem Maria. Com efeito, Tiago e José, «irmãos de Jesus» (Mt 13, 55), são filhos duma Maria discípula de Cristo,  designada significativamente como «a outra Maria» (Mt 28, 1). Trata-se de parentes próximos de Jesus, segundo uma expressão conhecida do Antigo Testamento.


501. Jesus é o filho único de Maria. Mas a maternidade espiritual de Maria, estende-se a todos os homens que Ele veio salvar: «Ela deu à luz um Filho que Deus estabeleceu como "primogénito de muitos irmãos" (Rm 8, 29), isto é, dos fiéis para cuja geração e educação Ela coopera com amor de mãe».


Simão e Judas (não Iscariotes) são citados são citados entre os Apóstolos de Jesus: "eram: Simão (a quem deu o nome de Pedro). Tiago, o filho de Zebedeu, e João, seu irmão (aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer ‘filhos do trovão’); e ainda André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu (Judas irmão Tiago), Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu." (cf.; Mt 10,2-4; Mc. 3, 16-19; Lc 6,13-16; ). 


Os "irmãos de Jesus" eram filhos de Maria de Cleófas e/ou Alfeu (designam em grego e hebraico a mesma pessoa), como nos relata o episódio da Cruz. (cf. Mt. 27,55-56) Maria Cleófas  (discípula de Cristo) era mãe de Tiago (O menor) e de José, Simão (Cananeu) e Judas (Tadeu) . Essa era irmã de Maria Santíssima Mãe de Jesus. Na língua hebraica a palavra "irmãos" tem uma conotação de parentesco próximo, os "brothers" de Jesus na verdade são seu primos, filhos de sua tia Maria. 


Os ensinamentos da Igreja são verdadeiros e dignos de fé. Maria Santíssima foi sempre Virgem, não por méritos próprios, mas para realização da vontade do Senhor em sua vida. 



"O Senhor fez em mim maravilhas, Santo é o seu nome". (Lucas 1, 49).


Louvado Seja Nossa Senhor Jesus Cristo!



Pesquisa nos sites:

1. https://www.xn--apologtico-g7a.com.br/products/quem-s%C3%A3o-os-irm%C3%A3os-de-jesus-/

2. https://estiloadoracao.com/irmaos-de-jesus/

3. https://afeexplicada.wordpress.com/2013/02/12/os-irmaos-de-jesus-2/

4. https://bibliaecatequese.com/os-irmaos-de-jesus/

5. https://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2cap2_422-682_po.html




quinta-feira, 29 de julho de 2021

SS. Marta, Maria e Lázaro, amigos de Jesus.


Olá povo de Deus!


Hoje a Igreja celebra os santos amigos de Jesus: Marta, Maria e Lázaro.

Conforme nos narra a Sagrada Escritura, Lázaro o leproso, era um homem piedoso que amava o Senhor, junto com suas irmãs Maria e Marta viviam na aldeia de Betânia cerca de 2.700 quilômetros de Jerusalém. 

Lázaro era conhecido como "o ressuscitado pelo Senhor" no qual muitos iam ver em sua casa. Era na casa do "amigo Lazaro" que Jesus ia hospedar-se em suas passagens para Jerusalém. (Mt.21:17). Maria era que sentava para ouvir os ensinamentos do Senhor e a sua irmã Marta era preocupada nos afazeres da casa. (Lc.10:38-42) Maria também é identificada como a mulher que lava os pés de Jesus com suas lágrimas na ceia que aconteceu em Betânia.


A Festa Litúrgica dos SS. Marta, Maria e Lázaro eram celebradas separadamente. O Papa Francisco unificou a festa no Calendário Geral dos Santos para o dia 29 de julho. 


Confira o Decreto da Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos:



CONGREGATIO DE CULTU DIVINO ET DISCIPLINA SACRAMENTORUM


 Prot. N. 35/21

DECRETO

sobre a celebração de Santa Marta, Maria e Lázaro,

no Calendário Romano Geral

Na casa de Betânia o Senhor Jesus experimentou o espírito de família e a amizade de Marta, de Maria e de Lázaro; por isso, o Evangelho de S. João afirma que Ele os amava. Marta ofereceu-Lhe generosamente hospitalidade, Maria ouviu atentamente as suas palavras e Lázaro saiu de imediato do sepulcro a convite d’Aquele que aniquilou a morte.


A tradicional dúvida na Igreja latina acerca da identidade de Maria – a Madalena a quem Cristo apareceu depois da ressurreição, a irmã de Marta, a pecadora a quem o Senhor perdoou os pecados – determinou a inscrição, no Calendário Romano, unicamente de Marta no dia 29 de julho. A solução encontrou-se em estudos de tempos recentes, como atesta o atual Martirológico Romano, que comemora naquele mesmo dia, também, Maria e Lázaro. Além disso, em alguns Calendários particulares, os três irmãos são celebrados conjuntamente nesse dia.


Por conseguinte, considerando o importante testemunho evangélico dos três irmãos, que ofereceram ao Senhor Jesus a hospitalidade da sua casa, prestando-lhe uma atenção dedicada, e acreditando que Ele é a ressurreição e a vida, o Sumo Pontífice FRANCISCO, acolhendo a proposta deste Dicastério, decidiu que no dia 29 de julho seja inscrito no calendário Romano Geral a memória dos Santos Marta, Maria e Lázaro.


Assim, é com esta denominação, que esta memória deverá figurar em todos os Calendários e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas. As variantes e os acrescentos a adotar nos textos litúrgicos, em anexo ao presente decreto, deverão ser traduzidas, aprovadas e, depois de confirmadas por este Dicastério, publicadas pela Conferência Episcopal.


Nada obste em contrário.


Sede da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, 26 de janeiro de 2021, memória de S. Timóteo e S. Tito, bispos.


Robert Card. Sarah

Prefeito


X Arthur Roche

Arcebispo Secretário



 


segunda-feira, 19 de julho de 2021

“Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti”. (Mateus 12,38)



O Deus de amor e misericórdia sempre nos agracia com os seus prodígios e milagres. Diariamente podemos testemunhar o maior milagre que é o Dom da Vida dada por Deus. No tempo de Jesus muitos desejavam ter uma experiência transformadora com Cristo, ver e tocar os prodígios realizados por Ele, não por crer, mas para atestar o Seu messianismo. Muitos esperavam a vinda do messias prometido pelos profetas do Antigo Testamento, esse viria para libertar o povo de Deus do julgo dos romanos. Para os israelitas significava uma longa espera que, conforme suas crenças não se concretizava com Jesus. Os que pediam um sinal não acreditavam que Ele era O Cristo Filho de Deus.

Sem fé é impossível vivenciar e reconhecer os milagres do Senhor. Para crer no Senhor Jesus não é preciso presenciar milagres estupendos e sinais apocalípticos. Mas é preciso apenas crer.

Creia, tenha fé na grandeza de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Três Características dos discípulos de Jesus. (Mateus 10,7-15)


Jesus veio anunciar e inaugurar o Reino de Deus. Para isso ele nos envia em missão com a ordem; “Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. ‘De graça recebeu, de graça deveis dar! ’” (v. 8). Para entendermos melhor o chamado que Jesus nos faz, enumero três características do discipulado. 


A primeira característica é o despojamento das coisas materiais. Para seguir Jesus não podemos estar “carregados” com bens materiais que nos escravize, Ele mesmo nos ensina que, “Não levem ouro, nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. (v.9,10)


A segunda característica do discípulo é a gratuidade. Para ser discípulo de Cristo é preciso além do despojamento o desapego aos bens. Em tempos nos deparamos com um escândalo religioso de mau uso de doações. Isso acontece porque às vezes não se segue a Palavra ensinada por Jesus. Mas é preciso entender que “o operário tem direito ao seu sustento.” (v.10). O salário é assegurado aos trabalhadores, por isso o sustento daqueles que anunciam a Boa Nova deve ser provido pela Igreja, por meio de doações e dízimos. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração...” (conf.: II Cor. 9,7-9).


Terceira característica é transmitir os sinais do Reino. Curar os doentes, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expulsar os demônios. (v.7). Os sinais sempre acompanharam aqueles que se dispõe a levar a Palavra de Deus. Esses sinais são doados a nós pelo Senhor para comprovar sua presença conosco. O Reino de Deus se cumpre quando conseguimos ser sinais vivos do amor de Deus na vida dos irmãos.


Que o Senhor possa confirmar o nosso chamado a proclamar com a vida a realização do Reino de Deus!


Josemar Oliveira. 




sábado, 3 de julho de 2021

Somos todos Tomé. (Jo 20,19-31)



Olá Povo de Deus!

Quantas vezes fomos descrentes diante de algumas situações difíceis da vida. Por vezes até chegamos a perder a fé. O Apótolo Tomé viveu isso na própria carne quando viu seu mestre e Senhor pendurado na Cruz. Após a ressurreição o Senhor apareceu aos dez apóstolos que estavam refugiados por medo dos Judeus. São Tomé não estava, e por isso não creu nas palavras das testemunhas que estavam presentes nesta primeira aparição do Senhor. Não foi uma visão ou histeria coletiva. Não!. A verdade é que Jesus aparece e pede que o apóstolo incrédulo toque em suas chagas para que Ele (Cristo) curar a incredulidade de Tomé.

Quantas pessoas estão dentro da Igreja sem crer no Amor e na Misericórdia do Senhor? Muitos ocupam todos os dias os bancos de nossas Igrejas e vivem na incredulidade, não confiando no poder salvador do Cristo. Jesus clama: “... não sejas incrédulo, mas fiel”. (Jo 20. 26,27).

A nossa Fé é vacilante, por isso não conseguimos vivenciar a esperança como a dos primeiros seguidores de Cristo, por vezes queremos ver para crer. Porém a crença está em confiar no que não se ver. Os bem aventurados creem sem ver. (Cf.ver. 29).

Que tenhamos a confiança no Deus vivo e Verdadeiro! Senhor do Céus e da Terra, no qual se encarnou em seu Filho Jesus Cristo para nos resgatar da sombra do pecado e da morte!

Digamos sempre: "Meu Senhor eu creio, mas aumentai a minha fé!"

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!


#SomosTodosTomé #SãoTomé #SantodoDia #Fé #Eucreio #Ressurreição

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