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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Retiro da Escola Diaconal Santo Estêvão: o retorno à fonte

 

Aconteceu, no último fim de semana, o retiro da Escola Diaconal Santo Estevão. Foi um momento de reflexão sobre o Evangelho de São João, capítulo 4, versículos de 1 a 27, que narra o encontro de Jesus com a samaritana, junto ao poço de Sicar, na Samaria.

Participaram do retiro diáconos permanentes da Arquidiocese de Natal, alunos da Escola Diaconal e aspirantes ao diaconato.

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Mensagem do Papa Leão XIV para XLI Jornada Mundial da Juventude

 
MENSAGEM DO PAPA LEÃO XIV
PARA A XLI JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
[22 de novembro de 2026 – 3 a 8 de agosto de 2027]
_________________________
«Tende coragem: Eu venci o mundo!» (cf. Jo 16, 33)
Queridos jovens,
Com esta mensagem, quero aproximar-me de todos vós e desejo, em primeiro lugar, dar graças a Deus pela dádiva que sois para a Igreja e para a sociedade. Ele conhece-vos, ama-vos e acompanha o caminho das vossas vidas. Apesar de serdes tão diferentes e estardes espalhados pelo mundo, o seu Espírito suscita em vós a mesma aspiração a coisas grandiosas e duradouras, impelindo-vos à busca da liberdade e da verdade. De Deus provém o vosso desejo de amar e ser amados, bem como a esperança que o Espírito Santo desperta nos vossos corações: uma esperança que pode tornar-se luz também para os outros. Por tudo isto, dou graças ao Senhor.

Festa de Nossa Senhora da Apresentação reúne fé e tradição em Natal



A Arquidiocese de Natal já se prepara para um dos momentos mais aguardados de seu calendário religioso: a Festa da Apresentação 2026. Este ano, as celebrações ganham um tom especial, inspiradas no tema: “És a Mãe terna e boa, Rainha que reina com o Terço na mão”.

O evento promete envolver toda a comunidade com uma extensa programação que se estende ao longo do mês de novembro, culminando nas celebrações finais do dia 21.

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Finados: a saudade que se transforma em esperança


Olá, povo amado do Senhor!

Hoje é o dia da saudade. Saudade daqueles que amávamos e que partiram para a vida eterna. Antes de tudo, hoje é um dia de esperança por aqueles que nos precederam na eternidade. Para nós que cremos, está reservada uma vida na presença gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo! (Cf. Sabedoria 3,1-3; 1Ts 4,13-14)

Como cristãos, a crença na vida eterna é primordial. Aliás, foi-nos prometido pelo próprio Jesus que nos prepararia um lugar na eternidade. Se cremos que Jesus ressuscitou e subiu aos céus, onde nos preparou uma mesa para o banquete eterno, a morte já não tem poder sobre nós, em sentido escatológico. (Cf. Jo 14,2-3; 1Cor 15,20-22)

Hoje é um dia de oração por aqueles que passaram rapidamente por este mundo e que já desfrutam do descanso eterno. Também é dia de rezar por nós, para que sejamos dignos da vida eterna com Deus. (Cf. Ap 14,13; 2Mc 12,45-46)

A morte acontece sempre para nos lembrar de quão passageira é a nossa vida e de que a eternidade pertence unicamente a Deus. E, para desfrutarmos dessa vida com Ele, é preciso estarmos ligados pela vivência de Sua Palavra. (Cf. Sl 39,5-6; Tg 1,22; Sl 119,105)

domingo, 1 de novembro de 2026

Solenidade de Todos os Santos

 Na solenidade de todos os Santos a Igreja militante honra a Igreja triunfante do Céu

No dia 1º de novembro, a Igreja celebra a festa de Todos os Santos. Segundo a tradição, ela foi colocada neste dia, logo após 31 de outubro, porque que os celtas ingleses – pagãos -, celebravam as bruxas e os espíritos que vinham se alimentar e assustar as pessoas nesta noite (Halloween).

Nesse dia, a Igreja militante (que luta na Terra) honra a Igreja triunfante do Céu “celebrando, numa única solenidade, todos os Santos, como diz o sacerdote na oração da Missa para render homenagem àquela multidão de Santos que povoam o Reino dos Céus, que São João viu no Apocalipse: “Ouvi, então, o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão”. “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.” (Ap 7,4-14)

sábado, 31 de outubro de 2026

Escatologia: Acordado ou dormindo? Para onde vamos depois da morte?



É certo que a Igreja sustenta a Segunda Vinda de Jesus. Um exemplo conhecido encontra-se na frase do Credo de Nicéia: “E de novo há de vir em sua glória para julgar os vivos e os mortos”; e há outro na afirmação de São Paulo, de que os crentes serão “levados” até o Senhor. No entanto, no tocante a data e a natureza destes eventos, a Igreja diz muito pouco, uma vez que há certas coisas que são reservadas por Deus: “Quanto ao dia e a hora, ninguém sabe – nem os anjos dos céu, nem o Filho, mas apenas o Pai” (Mateus 24,36).

Baseado na crença do arrebatamento conforme é apresentada por algumas vertentes do Cristianismo, é crido pela Igreja que não será como apresentado. Por quê? São Paulo afirma que o tal arrebatamento só ocorrerá depois da ressurreição dos mortos e segundo a escatologia bíblica essa ressurreição só ocorrerá no Juízo final, depois de todas as tribulações terem cessado e também o reino milenar de Cristo ter acabado com sua volta, fato narrado no capitulo 20 de apocalipse.  Esse não se trata de uma (abdução) celestial onde Deus ira transportar alguns e deixar outros sofrendo. Em Coríntios 15, mostra que todos os que estiverem vivos no dia da ressurreição passarão pela transformação corporal. Já em I Tessalonicenses 4. São Paulo deixa bem claro que todos os que estiverem vivos serão levados juntos com os que forem ressuscitados.

Reflexão: Por um novo ardor missionário

 
POR UM NOVO ARDOR MISSIONÁRIO

Por: Josemar Oliveira

Irmãos e irmãs. Paz e bem!

Sinto no coração um profundo chamado para reavivarmos o nosso ardor missionário. Ao longo dos últimos anos, percebo como as nossas pastorais e movimentos muitas vezes acabam voltados para a simples manutenção do que já existe.Nossos Pastores continuam a nos convidar, com amor, a sermos verdadeiramente uma "Igreja em saída", e este é o momento de reacender a esperança, a alegria e o renovado entusiasmo missionário em nossas comunidades.

Pergunto-me: onde estão os movimentos missionários? As Comunidades de Base? Onde estão os grandes grupos carismáticos? Os movimentos do mês missionário? Os grupos do Santo Terço?Hoje, as nossas igrejas estão lotadas de pessoas que buscam um encontro apenas com o seu sentimentalismo, com o sacramentalismo, sem compromisso pastoral. Igrejas lotadas de pessoas vazias, que não conseguem entender o chamado à missão.Hoje a nossa Igreja está estigmatizada pela divisão política, religiosa e moral. Grupos que excluem, marginalizam e até agridem os que creem diferente. Estamos nos perdendo em nossas ideias e convicções, confundindo o que Cristo nos diz, e muitas vezes atribuindo a Ele o que não corresponde aos seus ensinamentos.

O que fazer diante dessa situação? Creio que precisamos recalcular o caminho, redescobrir o ardor missionário, buscar viver os verdadeiros sentimentos de Cristo. O primeiro passo é reconhecer a dignidade de filhos de Deus, pois todos somos iguais, imagem e semelhança desse Deus que é amor.

Em seguida, assumir o nosso Batismo, que nos insere na comunidade e nos impulsiona à missão permanente de anunciar Jesus Cristo a todos.Precisamos voltar à base, instituir núcleos missionários, voltar às ruas, celebrar a vida cotidiana do povo, reforçar a devoção popular, redescobrir o valor da Eucaristia na vida das comunidades.Mas para isso precisamos de pastores renovados, que tenham um ardor missionário, que estejam no meio do povo e tenham o "cheiro das ovelhas". Que possam ser dispensadores da graça, sem acepção de pessoas, que sejam acolhedores de "todos, todos, todos".

Sabemos o caminho, mas nos falta o "ânima" que nos impulsiona para a missão. Peçamos ao Espírito Santo um novo ardor para nossas pastorais, movimentos e serviços.

O que é a festa do “Halloween”?



O Halloween é uma festa muito comum nos EUA e Europa e é celebrada no dia 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos povos bárbaros Celtas, que habitava a Grã-Bretanha há mais de 2000 anos.

Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, para eles os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, se alimentar e assustar as pessoas. Então os Celtas costumavam se vestir com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas e outros povos da Ilha, especialmente através de S. Patrício no século IV e V; e com o grande S. Columbano no século VI.

Com isso, a Igreja Católica transformou este ritual pagão, em uma festa religiosa. Esta estratégia religiosa foi ensinada por S. Leão Magno e S. Gregório Magno. Ela passou a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado, deveria honrar os santos, daí veio o “All Hallows Day”: o Dia de Todos os Santos. Mas, a tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o Dia de Todos os Santos, os não convertidos ao Cristianismo celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening”, abreviando-se, veio o Halloween.

Vemos assim que a tradição de comemorar as bruxas ou outros espíritos, não é cristã e deve ser evitada, ainda que tenha apenas uma conotação folclórica. Devemos, sim, celebrar o dia de todos os Santos. Esses são reais e verdadeiros, são modelos de vida para nós e, diante de Deus intercedem por nós sem cessar.

É bom lembrar a recomendação de São Paulo: “As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou queremos provocar a ira do Senhor? Acaso somos mais fortes do que ele?” (1 Cor 10,19-22)

Do livro “Falsas Doutrinas – seitas e religiões”
Prof. Felipe Aquino – http://www.cleofas.com.br

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Os Dez mandamentos (Exôdo 20, 1-17/ Deuteronômio 5, 1 -22)



Os Dez mandamentos (Exôdo 20, 1-17/ Deuteronômio 5, 1 -22)

Quando Deus libertou seu povo da escravidão do Egito para conduzi-lo à liberade na Terra Prometida, propôs-lhe uma aliança da qual dependerá o futuro do povo:

“Vistes o que fiz aos egípcios, e como vos tenho trazido sobre asas de águia para junto de mim. Agora, pois, se obedecerdes à minha voz, e guardardes minha aliança, sereis o meu povo particular entre todos os povos. Toda a terra é minha, mas vós me sereis um reino de sacerdotes e uma nação consagrada.”

Exôdo 19,4-6

A lembrança que Israel conserva da Aliança feita por Deus com o seu povo no deserto, no Monte Sinai, é uma tradição Santa. As condições desta aliança, escritos sobre duas tábuas de pedra, consevadas na Arca da Alinaça, comprometeram Israel para sempre. Com efeito, o povo de israel compreendeu bem que os mandamentos que Deus dá aos seus são totalmente fundados no amor. Eel que que sejamos semelhantes a ele, que é amor:

“Este mandamento que hoje te prescrevo não é difícil para tí nem nem está fora do teu alcance. Não está no céu, para que digas: „Quem poderá subir no céu por nós para apanhá-lo? Quem no-lo fará ouvir para que possamos cumprir?‟. Não está dou outro lado do mar, para que digas: „Quem atravessará o mar por nós para apanhá-lo? Quem no-lo fará ouvir para que possamos compir?‟ Ao contrário. Esta palavra está ao teu alcance, está em tua boa e em teu coração, paea que possas cumprir”

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Origem das vestes liturgicas na comunidade cristã



As vestes litúrgicas têm uma origem que remonta aos primeiros séculos do cristianismo, evoluindo ao longo do tempo até assumirem as formas e significados que conhecemos hoje. Suas origens estão intimamente ligadas à cultura e às vestimentas utilizadas no mundo greco-romano e judaico no período em que o cristianismo começou a se desenvolver.

Influências judaicas: No início, muitos dos primeiros cristãos eram judeus convertidos, e a prática da utilização de vestes cerimoniais era uma tradição comum no contexto judaico. Os sacerdotes judeus, por exemplo, usavam vestes específicas para o culto no Templo de Jerusalém. Alguns elementos dessas vestes, como o "éfode" e o "peitoral" sacerdotal, podem ter influenciado o desenvolvimento das vestes litúrgicas cristãs.

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