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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Igreja Católica. 24 Igrejas autônomas

 

Você sabia que a Igreja Católica é atualmente constituída por 24 Igrejas autônomas “sui juris”?

Pois é! A Igreja Católica não se limita ao rito romano. Ela é uma grande comunhão de 24 Igrejas, sendo 1 ocidental e 23 orientais.

O ramo ocidental é representado pela tradição latina da Igreja Católica Apostólica Romana. É chamado “ocidental” por conta da localização geográfica de Roma e não porque a sua presença se restrinja a países do Ocidente: na verdade, a Igreja Católica de rito romano está presente no mundo inteiro e tem dioceses em todos os continentes, de Portugal ao Japão, do Brasil à Rússia, de Angola à China, do Canadá à Nova Zelândia.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

A Aliança Abraâmica e a Origem do Papel Sacerdotal Patriarcal


Autor: Josemar Oliveira

Introdução

A relação entre o patriarca Abraão e o sacerdócio é compreendida na teologia bíblica não como um sistema sacerdotal formal estabelecido em sua época, mas como a raiz patriarcal das alianças e promessas divinas. A Bíblia registra a jornada de fé de Abraão e as alianças feitas por Deus com ele e sua descendência (como em Gênesis 17:7-8), cujos desdobramentos alcançam o sacerdócio levítico no Antigo Testamento e encontram sua consumação em Cristo (Hebreus 7).

Embora Abraão tenha atuado como sacerdote de seu próprio lar — construindo altares e cultuando a Deus —, a instituição oficial de um sacerdócio hereditário deu-se posteriormente, por meio da tribo de Levi.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Novo texto aprovado por Leão XIV alerta contra linguagem "moralista"


O documento segue o mesmo padrão observado em Amoris Laetitia e Fiducia Supplicans. O efeito prático é fazer com que as pessoas se sintam melhor por viverem fora das regras da Igreja


LifeSiteNews — O Dicastério para a Doutrina da Fé publicou um novo texto intitulado Venite ad me: Considerações sobre a Transmissão da Fé em uma Mudança de Época — assinado pelo Cardeal Víctor Manuel Fernández e aprovado por Leão XIV. O documento segue o mesmo padrão visto em Amoris Laetitia e Fiducia Supplicans : utiliza uma linguagem vaga para flexibilizar o ensinamento moral claro da Igreja, especialmente sobre a moralidade. O efeito prático é fazer com que as pessoas se sintam mais confortáveis ​​vivendo fora das regras da Igreja sem alterá-las formalmente.

Essa é a mesma abordagem usada para abençoar “casais” do mesmo sexo na Fiducia Supplicans e para permitir a comunhão para divorciados e “recasados” na Amoris Laetitia . Isso faz com que as pessoas pensem que as “antigas” regras da moralidade não são mais realmente vinculativas se elas se mostrarem muito rígidas.

Quando o povo fala, a democracia vence




Por: Josemar Oliveira

As eleições no Brasil terminaram. Mais uma vez, fomos às urnas e exercemos aquele que talvez seja o nosso direito mais importante: o de escolher o futuro do país.O resultado pode agradar a uns e desagradar a outros. Isso é natural. Em uma nação de mais de 200 milhões de pessoas, com histórias, realidades e sonhos tão diferentes, seria impossível haver unanimidade.

Mas há uma verdade que precisamos resgatar: não existem perdedores quando a vontade popular é respeitada.Quem vota diferente não é inimigo. É um concidadão que, a partir da sua vivência, fez uma escolha diferente. Discordar faz parte. O que não pode fazer parte é o ódio, a intolerância e a desumanização do outro por causa de uma escolha política.

O processo democrático não termina na apuração dos votos. Ele continua no dia seguinte. Continua na capacidade de manter a civilidade, de aceitar a decisão da maioria e de seguir lutando, dentro das regras do jogo, por aquilo que acreditamos.

Que o governo eleito tenha sabedoria para governar para todos. E que a oposição seja responsável, firme e respeitosa, cumprindo seu papel essencial de fiscalizar e defender a população.

No fim, todos queremos o mesmo: um Brasil melhor.

Viva a democracia.

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